Na sequência do
anúncio oficial do
PlayStation 4,
Mark Stanley, diretor geral de PlayStation para a América Latina, falou
sobre alguns assuntos mais específicos da região. Stanley explicou
alguns dos problemas que a empresa enfrenta no Brasil, deu dicas sobre o
futuro e os objetivos da
Sony.
Mark Stanley em entrevista pós-evento de lançamento do PS4 (Foto: Léo Torres / TechTudo)
No que diz respeito ao Brasil, não foram dados detalhes sobre preço ou
data de lançamento, ainda que a empresa tenha planos de lançar o
aparelho simultaneamente em todo o mundo. Mas a presença da Sony na
Brasil Game Show de 2013 está garantida, inclusive com demos jogáveis da
nova plataforma para o público.
Stanley explica que, para derrubar barreiras entre a plataforma e os
usuários, foi necessária a mudança de um "centro de mídia" para um
"centro de experiências". Segundo ele, a opção por não mostrar o console
foi feita para "evitar desvio do foco". Ao invés de debates sobre o
design, a Sony busca uma abordagem sobre o que poderá ser feito com a
nova máquina, seus novos recursos e potencial de desenvolvimento.
Quando questionado sobre os serviços online e sua demora pra chegar à
região, Stanley comentou sobre os graves problemas de infraestrutura da
América Latina em geral, o que dificulta acesso a streaming ou jogos
online. "Sem uma banda larga estável, fica impossível prover os serviços
que a empresa oferece nos Estados Unidos, por exemplo", explica.
Mark Stanley em entrevista pós-evento de lançamento do PS4 (Foto: Léo Torres / TechTudo)
Já sobre a preocupante questão do bloqueio aos jogos usados, foi
levantado o grave problema da pirataria e que novos caminhos para
combatê-la estão sempre sendo buscados. Stanley também falou sobre os
estúdios independentes e disse que existem projetos de tutoria com
desenvolvedores, inclusive no Brasil, que aborda desde métodos de
desenvolvimento até estratégias de marketing e vendas.
Mesmo com o surgimento do PlayStation 4, o PS3 ainda está, segundo os
planos da empresa, "no meio do seu ciclo de vida". Com essa visão, o
posicionamento fica com o PlayStation 3 como a plataforma atual, o PS
Vita como a plataforma móvel e o PlayStation 4 como o futuro. A
integração entre PS 4 e Vita também será muito explorada, sempre
deixando a cargo do usuário a escolha do nível de imersão que será
oferecido, com ou sem a segunda tela.
Mesmo não entrando em detalhes sobre preços e datas, Stanley deu um
grande apanhado sobre o interesse no mercado brasileiro. Apontando com a
constante busca por investimentos locais, com produção de hardware em
Manaus. Só resta agora esperar e ver que caminho a empresa irá tomar com
as grandes novidades que estão por vir.
*Léo Torres viajou a convite da Sony Entertainment Inc.
Na sequência do
anúncio oficial do
PlayStation 4,
Mark Stanley, diretor geral de PlayStation para a América Latina, falou
sobre alguns assuntos mais específicos da região. Stanley explicou
alguns dos problemas que a empresa enfrenta no Brasil, deu dicas sobre o
futuro e os objetivos da
Sony.
Mark Stanley em entrevista pós-evento de lançamento do PS4 (Foto: Léo Torres / TechTudo)
No que diz respeito ao Brasil, não foram dados detalhes sobre preço ou
data de lançamento, ainda que a empresa tenha planos de lançar o
aparelho simultaneamente em todo o mundo. Mas a presença da Sony na
Brasil Game Show de 2013 está garantida, inclusive com demos jogáveis da
nova plataforma para o público.
Stanley explica que, para derrubar barreiras entre a plataforma e os
usuários, foi necessária a mudança de um "centro de mídia" para um
"centro de experiências". Segundo ele, a opção por não mostrar o console
foi feita para "evitar desvio do foco". Ao invés de debates sobre o
design, a Sony busca uma abordagem sobre o que poderá ser feito com a
nova máquina, seus novos recursos e potencial de desenvolvimento.
Quando questionado sobre os serviços online e sua demora pra chegar à
região, Stanley comentou sobre os graves problemas de infraestrutura da
América Latina em geral, o que dificulta acesso a streaming ou jogos
online. "Sem uma banda larga estável, fica impossível prover os serviços
que a empresa oferece nos Estados Unidos, por exemplo", explica.
Mark Stanley em entrevista pós-evento de lançamento do PS4 (Foto: Léo Torres / TechTudo)
Já sobre a preocupante questão do bloqueio aos jogos usados, foi
levantado o grave problema da pirataria e que novos caminhos para
combatê-la estão sempre sendo buscados. Stanley também falou sobre os
estúdios independentes e disse que existem projetos de tutoria com
desenvolvedores, inclusive no Brasil, que aborda desde métodos de
desenvolvimento até estratégias de marketing e vendas.
Mesmo com o surgimento do PlayStation 4, o PS3 ainda está, segundo os
planos da empresa, "no meio do seu ciclo de vida". Com essa visão, o
posicionamento fica com o PlayStation 3 como a plataforma atual, o PS
Vita como a plataforma móvel e o PlayStation 4 como o futuro. A
integração entre PS 4 e Vita também será muito explorada, sempre
deixando a cargo do usuário a escolha do nível de imersão que será
oferecido, com ou sem a segunda tela.
Mesmo não entrando em detalhes sobre preços e datas, Stanley deu um
grande apanhado sobre o interesse no mercado brasileiro. Apontando com a
constante busca por investimentos locais, com produção de hardware em
Manaus. Só resta agora esperar e ver que caminho a empresa irá tomar com
as grandes novidades que estão por vir.
*Léo Torres viajou a convite da Sony Entertainment Inc.